Arapongas

Arapongas realiza ações para combate à dengue

A Secretaria Municipal de Saúde realizou no último sábado (27), ações do 'dia D' em combate ao Aedes Aegypti

Da Redação ·

A Prefeitura de Arapongas divulgou na manhã desta segunda (29), que a Secretaria Municipal de Saúde realizou diversas ações de combate à dengue neste último sábado.

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As ações aconteceram durante o "Dia D", dia especial da campanha de combate ao aedes aegypti.

Na Praça da Igreja Matriz, área central da cidade, as equipes instalaram uma Feira da Saúde com uma exposição de animais peçonhentos (escorpiões, aranhas, triatomíneos (bicho barbeiro) cobras, lagartas, aquário contendo larvas, pupas e mosquito adulto Aedes aegypti.

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Um Pit Stop também foi organizado, por meio de panfletagem contendo informações sobre a Dengue, Zika vírus, Chikungunya e Febre amarela.

Contudo, a mobilização já havia sido intensificada no decorrer das últimas semanas, por meio do envolvimento não apenas do Controle de Endemias, mas também através da Secretaria de Educação; com atividades entre professores e alunos.

Ao todo, 30 faixas com os dizeres: “DENGUE, a melhor prevenção é a sua participação. #todosnocombate/ Estamos em alerta!”, foram instaladas nas Escolas Municipais.

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Demais espaço públicos já contam com o material. O objetivo central foi o de chamar cada vez mais a atenção da população para os cuidados básicos, porém essenciais no combate e prevenção.

“Essa é uma luta constante. Em Arapongas, temos dados satisfatórios sobre a dengue, com baixos índices, mas isso não faz com que deixemos de executar ações efetivas de combate e conscientização. Contando sempre com o apoio de toda a população”, disse o coordenador do Controle de Endemias, Valdecir Pardini.

NO PARANÁ

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), por meio da Coordenadoria de Vigilância Ambiental (CVA) preparou este ano várias ações de combate ao mosquito. Dia 26 de novembro, foi a data escolhida para lembrar o quanto a prevenção, informação e cuidados, podem ajudar nesse combate.

A programação, organizada pelas Regionais de Saúde, conta com arrastões de limpeza, mutirões de visitas domiciliares de agentes de endemias, divulgação de materiais informativos em ruas e praças, capacitações e palestras, apresentações artísticas e exposições, além de diversas atividades educativas em escolas, unidades de saúde, empresas, comércio e prédios públicos.

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Além da mobilização junto à população, a Diretoria de Atenção e Vigilância em Saúde (DAV), a CVA e a Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores (DVDTV), realizam a capacitação de profissionais das 22 Regionais e seus municípios sede para a aplicação da metodologia de avaliação de efetividade do uso do inseticida CIELO a UBV pesado (o popular veículo fumacê).

PREVENÇÃO – Entre os locais mais propícios para a proliferação do Aedes aegypti estão recipientes expostos à água da chuva, como lixo, calhas e ralos entupidos, pratos e vasos de plantas, reservatórios de água para animais domésticos, ocos de árvore, bromélias, caixas d’água e lajes. Contudo, é recomendado ficar atento a potenciais criadouros internos, como vasos sanitários desativados, coletores de água da geladeira e do ar-condicionado, suporte de garrafão de água, entre outros espaços.

DOENÇA – É uma doença febril grave, causada por um vírus transmitido por picada de inseto: o mosquito Aedes aegypti. No verão, com o aumento das chuvas e elevação das temperaturas, há o aumento na proliferação do vetor, que se reproduz em água parada.

NÚMEROS – Nesta terça-feira (23), a Sesa divulgou o boletim semanal epidemiológico com informações sobre os casos de dengue, zika e chikungunya no Paraná. De acordo com o relatório, 423 casos da doença foram confirmados. Até o momento 77 municípios registraram casos da doença, sendo que 61 municípios confirmaram casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência e 263 municípios registraram notificações de dengue (9.216).

O Estado não registrou nenhum óbito, desde o mês de agosto, quando iniciou o novo período sazonal da doença.

SINTOMAS– Os sintomas de dengue, chikungunya ou zika são bem parecidos. Eles incluem febre, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele, manchas vermelhas pelo corpo, além de náuseas, vômitos e dores abdominais. Ao sinal desses sintomas, a orientação da SESA é procurar imediatamente a unidade ou serviço de saúde mais próximo de sua residência.