MERCADO DE TRABALHO

Apucarana e Arapongas criam 872 empregos no trimestre

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​O saldo de empregos em Apucarana e Arapongas, maiores municípios da região, reagiu no primeiro trimestre do ano.

O saldo de empregos em Apucarana e Arapongas, maiores municípios da região, reagiu no primeiro trimestre do ano. Dados divulgados ontem pelo Cadastro Geral de Empregos (Caged) do Ministério do Trabalho mostram que março fechou com saldo positivo nos dois municípios. No acumulado do trimestre, foram geradas 872 vagas de emprego formal nas duas cidades. 

No Paraná, o primeiro trimestre do ano fechou com saldo positivo de 16.061 vagas criadas.Em março, dos cinco maiores municípios da região (ver quadro), três geraram novas vagas de emprego. Jandaia do Sul liderou na criação de postos de trabalho com 159 vagas. O mercado foi aquecido pela safra de cana-de-açúcar e contratação de cortadores de cana o que garantiu um saldo positivo de 155 vagas no 1º trimestre.

Em Arapongas, março encerrou com geração de 99 empregos no terceiro mês consecutivo de saldo positivo no Caged. As melhores perspectivas da indústria moveleira, principal empregador do município, refletiu no desempenho. O cargo alimentador de linha de produção registrou o maior saldo do mês, com 80 vagas. No acumulado do ano, o município gerou 416 novas vagas.Em Apucarana, o setor industrial também liderou na criação de vagas em março. Foram gerados 56 novos empregos formais, resultado puxado por cargos criados na área de costura. Apucarana também registrou em março o terceiro mês seguido de saldo positivo. No trimestre, foram geradas 456 vagas. Os dados do Caged, por outro lado, também apontam para queda na geração de empregos em Faxinal e Ivaiporã, com saldo negativo de 13 vagas. Os dois municípios também fecham trimestre no vermelho, com saldos de -23 em Faxinal e -57 em Ivaiporã.

BRASIL
No Brasil, foram perdidos 63.624 empregos com carteira assinada em março. O número reverte a melhora verificada em fevereiro, quando foi registrado saldo positivo de 35.712 vagas.Apesar de negativo, o número é melhor do que o do mesmo mês do ano passado, quando foi registrada uma perda líquida (saldo entre admissões e demissões) de quase 118 mil postos de trabalho formais.No primeiro trimestre, o saldo está negativo em 64.378 vagas, uma redução ante à perda de 303 mil vagas no primeiro trimestre de 2016."Os números mostram que o Brasil reduz a perda de empregos", disse o ministro Ronaldo Nogueira.A principal perda de vagas com carteira em março, segundo as estatísticas oficiais, ocorreu no comércio, que sozinho perdeu 33.909 vagas formais.

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